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sábado, 12 de março de 2011

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Baú do Planeta Música - Música do Dia

Beleza. Vamos às dicas:

1 - O nome da música é inacreditável (tá difícil com essa dica);
2 - "Epsum Mad Fuckers" (não lhe vêm nada na cabeça?);
3 - O maior desejo deles era parecer com New Kids On the Block (acho brabo teu caso).

CHEGA DE MISTÉRIO! Estamos falando da música "Unbelievable" (se caísse no Soletrando do Huck, estaria tudo perdido).

A banda EMF (cuja abreviação significa "Epsum Mad Fuckers"), foi formada em 1989. O sigla "EMF", segundo fontes de pesquisa, vem do nome de um ex-clube de fãs do New Order (o que o New Order tem a ver com o pato todo, isso até hoje ninguém sabe).

Os EMF's possuem diversas canções lançadas pelo selo EMI/Parlotone (de chocolate, tradicional ou com goiabada?). Mas a mais expressiva, a que resume em uma música só, o grande sucesso do EMF, é a música "Unbelievable", single do disco Schubert Dip, lançado em 1990. Essa nossa pérola atingiu o top maximum number 1 na parada Billboard Hot 10 naquele ano, ficando com a 3ª colocação no seu país de origem (United Kingdom).

A banda ainda conta com mais 4 álbuns (Unexplained EP, Stigma, Cha Cha Cha e non-LP track). Tem um adicional "The Best of EMF: Epsom Mad Funkers" (normal né.. o anormal seria não terem um The Best Of.. ou The Greatest Hits, remoendo o já moído, ao maior estilo ABBA Gold).

Então: a música deles melhor cotada é "Unbelievable". O resto, caros amigos leitores, não passa da terceira chorada colocação com "I'm A Believer", de 1995 no álbum non-LP Track. A pior colocada é 51ª posição com "Afro King", de 1995, no mesmo non-LP Track (tendo sido estas duas lançadas apenas no Reino Unido, país de origem da banda).

Por estas e outras, "Unbelievable" é a música de hoje (só por hoje... ufa!)

Baú do Planeta Música - It's My Life

Não, não é aquela do Bon Jovi. Mas poderia ser, hun?


A proposta da postagem partiu da música "It's My Life", interpretada pela banda Talk Talk. Lançada em 1984, muita gente conhece a música, mas não faz idéia do caos que se trata o vídeoclipe desta.

Confesso que, quando assisti pela primeira vez (última faixa de um dvd cheio de clipes chamado "80's Baú da Mix FM 106.3 FM"), fiquei horrorizado e achei que havia sido alvo de piada, pois o cantor literalmente não parece cantar a música.

Mas uma rápida conferida na rede mundial me confirmou que aquilo que eu assistia era realmente o clipe original do Talk Talk e não uma paródia universitária. Viva os anos 80 (como sempre)!


Ainda quem tentou fazer sua própria versão de It's My Life - à aaaanos atrás - foram os The Animals (não os animais, mas sim os "The Animals"). Claro que a plástica musical era bem diferente na época. "It's my life and I do what I want").


Ainda quem fez uma versão de It's My Life (um monte de gente querendo mostrar como eram suas vidas... ou de como deveriam ser... ou até mesmo como queríam que fossem) foi a banda No Doubt. Uma versão um pouco mais moderna, mais agressiva. O vocal feminino marcante ainda ressalta "It's My Life - don't you forget".


Aí você se pergunta: até onde vai a capacidade da pesquisa na internet hoje em dia? Pois te digo: veja o vídeo abaixo.


Como o nome revela, a canção fora extraída do programa Raul Gil, de 1997. E naquela época QUEM FAZIA SUCESSO NO BRASIL? Ele, (que de tongo não tem nada) DJ Bobo. E você não se atreva a dizer que nunca ouviu essa por aí nas ruas (salvo se você tem menos de 15 anos).

E para fechar com CHAVE DE PLÁSTICO (reclicável), trazemos à tona o já naufragado Dr. Alban (leia-se "doctor Alban"). Com sua versão mais nervosa de "Its My Life", marcou presença em 8 de cada 10 festinhas de 15 anos em meados de 1994.


Esse foi o revival de "Its My Life" pelo mundo da música. E você, qual é a SUA VERSÃO de It's My Life? Qual versão você mais gosta? Comente e participe do Planeta Música!

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Baú do Planeta Música - Música do Dia

"Lágrimas e Chuva", do Kid Abelha, é a música selecionada de hoje pelo Baú do bom velhinho do Planeta Música.

A banda, formada no final de 1981, é composta por Paula Toller, George Israel e Bruno Fortunato. Eles já venderam 9 milhões de cópias de discos somente no Brasil (fonte: Wikipedia).

A música "Lágrimas e Chuva" é a faixa 10 do álbum "Seu Espião", lançado em 1984 (Fonte: portal Vagalume).

Aproveite que vai assistir o clipe e comente algo sobre esta música. Participe do Planeta Música. Você pode inclusive sugerir sua música favorita.

Até mais e curta o vídeo!

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Baú do Planeta Música - Clipes

E pra quem quer bater um pouco o pé antes de ir dormir, aí vai uma seleção de clipes que vão ajudar na sua insônia.

Loverboy - Working For The Weekend (lançada em 1981)


Gary Numan - Cars (lançada em 1987)


Hall & Oates - Out of Touch (lançada em 1984)


The Bangles - In Your Room (lançada em 1988)


Pet Shop Boys - Go West (lançada em 1993)

sábado, 18 de setembro de 2010

Morte de Jimi Hendrix completa 40 anos neste sábado

O guitarrista Jimi Hendrix, um dos maiores nomes da contracultura e a grande atração do festival de Woodstock, em 1969, morreu há exatos 40 anos, no dia 18 de setembro de 1970.

Eleito como o melhor guitarrista da história do rock por publicações como "Rolling Stone" e "Guitar World", Hendrix virou ícone da contracultura dos anos 60 ao se apresentar no festival de Woodstock, em 1969, tocando inclusive uma versão eletrificada do hino nacional americano.
A morte do músico, aos 27 anos, está cheia de mistérios. Ele foi encontrado morto em um quarto de hotel pela namorada Monika Dannemann, após ingerir nove pílulas para dormir e ter ingerido vinho tinto. A autópsia revelou que Hendrix morreu asfixiado pelo próprio vômito.

Porém Dannemann mudou seu depoimento em diferentes entrevistas, dizendo ter encontrado o músico ainda vivo e que ele teria morrido na ambulência, e que os empresários Gerry Stickels e Eric Barrett estiveram no quarto antes da chegada da ambulância e que levaram alguns pertences do músico, incluindo algumas anotações feitas por Hendrix.

Em 2009, o ex-roadie James “Tappy” Wright publicou o livro "Rock roadie" onde afirmava que Michael Jeffrey, ex-empresário de Hendrix, teria assassinado o músico.

Fonte: Click PB

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Clipes de Destaque do Baú do Planeta

Pessoal, aqui uam seleção básica de alguns clipes de vídeo do Baú do Planeta Música. Vale a pena conferir. Se não conhece pelo nome, não deixe de conferir!








sábado, 11 de setembro de 2010

Vídeo do dia: Ultraje A Rigor e Roberto Carlos (1985)

O Ultraje A Rigor é uma daquelas bandas que dispensam apresentações. O rock divertido e até mesm o meio maluco do quarteto sempre marcou presença nas rádios e TVs do país, e também, é claro, na pista da Trash 80′s. Os hits deles são vários: “Inútil”, “Nós vamos invadir sua praia”, “Ciúme”, “Eu me amo”, “Pelado”, “Marylou”, “Sexo!!!”… a lista vai embora!

Confira agora um vídeo do especial do cantor Roberto Carlos em 1985 com participação especial dos garotos do Ultraje A Rigor.



Fonte: Trash 80s

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Tá lembrado? RPM ao vivo no programa Mixto Quente

A Praia do Pepino em São Conrado (RJ) pegou fogo no verão de 1985/1986 quando se transformou num palco para receber o programa Mixto Quente da Rede Globo. O programa funcionava meio como um festival de rock ao ar livre, e contou com a presença das principais bandas da época como Ultraje a Rigor, Barão Vermelho, RPM, Cazuza e Léo Jaime.

A ideia principal era aproveitar o verão carioca e dar continuidade ao Rock in Rio, que na época ainda estava em sua primeira edição e ocupou boa parte dos jornais e revistas. Confira agora um registro da banda RPM e seu vocalista-gostosão Paulo Ricardo participando do programa.

Fonte: www.trash80s.com.br e YouTube

Human League lança novo álbum

Boatos dão conta de que a seminal banda de synthpop Human League deve lançar um álbum novo muito em breve – e que este álbum já estaria até mesmo prontinho, só esperando a banda começar a série de shows que acontecerão no próximo inverno europeu.
Ao que tudo indica, o álbum será inteiro de faixas inéditas. O último álbum de estúdio da banda foi em 2001, e desde então eles tem se dedicado ativamente aos shows – incluindo até o Brasil em 2005. O trio formado por Joanne Catherall, Philip Oakey e Susan Ann Sulley (juntamente com músicos de apoio) é uma das bandas mais importantes dos anos 80 e grande influência na música eletrônica atual.

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Álbum Clássico do AC/DC completa 30 anos

Há 30 anos, foi lançado Back in Black, o disco emblemático da banda australiana AC/DC, mas o passar do tempo não desbotou sua capa preta e nem a atmosfera que o envolveu.



Reza a lenda que quando Bon Scott, primeiro vocalista do grupo, gravou o disco Highway to Hell (1979), ele pressentia sua morte e encarou a canção homônima como uma despedida, que seria seguida, em 25 de julho de 1980, do principal álbum do grupo: Back in Black.

Com as faixas Hells Bells, Shoot to Thrill, What Do You Do for Money Honey, Giving the Dog a Bone, Let me Put My Love into You, Back in Black, You Shook Me All Night Long, Have a Drink on me, Shake a Leg e Rock and Roll Ain't Noise Pollution, o álbum marcou a história da música.



Razões não faltam - e não são exageros -, já que o disco marcou o início de uma nova etapa do grupo, com o vocalista Brian Johnson, que, com seu particular timbre de voz, deu o tom característico às músicas do AC/DC.

Quando Scott estremeceu o mundo ao cantar Highway to Hell em 1979, para depois morrer de uma intoxicação alcoólica em 19 de fevereiro de 1980, tudo indicava que uma lenda estava por nascer.



Bastaram cinco meses para que a banda australiana curasse suas feridas, reaparecesse com um novo vocalista e lançasse, no dia 25 de julho daquele ano, Back in Black, um trabalho que encerrou muitos simbolismos e se tornou uma lenda.

O som do AC/DC tinha ficado mais intenso, soava fúnebre e dava a Back in Black um tom de homenagem à morte de Scott.

Toda essa atmosfera sombria foi peça-chave para o rótulo de banda satânica adquirido pelo AC/DC desde o disco Highway to Hell, em cuja capa o guitarrista Angus Young aparece com um chapéu com chifres de demônio.



Pais proibiram seus filhos de escutar Back in Black, o que foi a melhor coisa que poderia ter acontecido com o grupo, já que aumentou a curiosidade por suas músicas tão temidas.

Como era de se esperar, as vendas do álbum dispararam e alcançaram níveis incríveis para um grupo que tocava rock pesado. Back in Black vendeu mais de 50 milhões de cópias, número que o tornou o segundo disco mais vendido da história da música, apenas abaixo de Thriller (1982), de Michael Jackson.

Além disso, em 13 de dezembro de 2007, recebeu o certificado 22x Multi Platinum da Associação da Indústria Fonográfica dos Estados Unidos (RIAA, na sigla em inglês), pela venda de mais de 22 milhões de cópias no país.



O álbum, produzido por Robert John Mutt Lange, foi gravado durante os meses de abril e maio de 1980 nos Compass Point Studios em Nassau, nas Bahamas, e nos Electric Lady Studios, em Nova York.

E seu sucesso continua crescendo. O disco foi reeditado em 1994 e lançado em edições especiais como parte de Bonfire, um box de discos lançado em 1997, além das remasterizações dos álbuns do AC/DC feitas por George Marino em 2003.

A última versão especial foi lançada há seis anos em um formato duplo, que inclui um versão com o som melhorado e um documentário que fala sobre a história do disco.

"Copyright Efe - Todos os direitos de reprodução e representação são reservados para a Agência Efe."

Fonte: R7

terça-feira, 27 de julho de 2010

Livro relembra show histórico de James Brown

James Brown não foi ”apenas” o maior cantor soul que o mundo presenciou. Além de ser considerado o avô do funk, o mestre deu lições valiosas para seus seguidores até sua morte em 2006.

Sim, ao longo dos seus 73 anos, Brown se meteu em diversas confusões, mas, acima de tudo, ele era um homem autêntico.

Se você quer saber mais sobre o soul man, leia O Dia em que James Brown Salvou a Pátria (Editora Zahar).

O livro mostra a relação de Brown com o movimento pelos direitos humanos e as lideranças negras em uma época conturbada da biografia norte-americana.

A história

Dia 4 de abril de 1968. Martin Luther King, um dos mais importantes líderes negros do mundo, é friamente assassinado a tiros por um opositor, em um hotel na cidade de Memphis.

Vinte e quatro horas após o ocorrido, James Brown pega seu microfone e vai tentar acalmar os ânimos na cidade de Massachusetts, em Boston.

Embora o clima estivesse quente por lá, com inúmeros focos de revolta contra a morte de King, o cantor insiste em subir ao palco.

O saldo daquele dia, nos Estados Unidos, era de mais de 40 mortos, centenas de feridos e 20 mil presos. Mas, na capital de Massachusetts, cenário de históricas disputas raciais, o cantor faz prevalecer a paz, em um show corajoso e eletrizante.

Emocionante.

Fonte: R7

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Huey Lewis & The News vão bem além do futuro

Quando o nome Huey Lewis & The News é citado, a primeira coisa a ser lembrada é o fato de a banda ter gravado The Power Of Love, tema principal do filme De Volta Pro Futuro (1985). Mas a banda americana vai muito além de ser um one hit wonder (maravilha de um sucesso só, na linguagem musical).



Uma boa prova é The Heart Of Rock & Roll, DVD que está sendo lançado no Brasil pela distribuidora ST2. Trata-se do registro de dois shows realizados pelo grupo liderado pelo carismático cantor Huey Lewis na Alemanha, um em 1984 e outro em 1991.

A banda, da qual também fazem parte Chris Hayes (guitarra), Sean Hopper (teclados), John Colla (guitarra e sax), Mario Cipollina (baixo) e Bill Gibson (bateria), iniciou sua carreira há 30 anos, e tem como característica a aposta em uma sonoridade dançante na melhor tradição do rock and roll dos anos 50.

Os dois shows não tem músicas repetidas (são 23, no total) e equivalem a uma coletânea de grandes sucessos. Além de The Power Of Love, temos outras canções que frequentaram as paradas de sucesso, como Heart And Soul, The Heart Of Rock And Roll, I Want a New Drug e It Hit Me Like a Hammer.

Nos extras, duas entrevistas com Huey Lewis, que se mostra simpático e articulado. Este DVD é recomendado para quem é admirador do espírito descontraído, sem compromisso e festeiro do rock and roll em seus tempos iniciais. Trilha sonora ideal para agitar mundo afora.

Fonte: R7

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Baú do Planeta Música - Billie Jean

E para espantar esse frio todo e essa chuva que cai lá fora, aí vai um vídeo para animar seus próximos 5 minutos de vida.

Já diz um comentário em inglês: "como mamãe diria, Michael Jackson tinha mais talento em seu dedo do pé do que você em todo o corpo".

Apresento para você: Michael Jackson, com Billie Jean. "Ontem, hoje e sempre".



Fonte: YouTube

terça-feira, 6 de julho de 2010

Em 06 de julho de 1925 nascia Bill Haley

Bill Haley ou Willian John Clifton (6 de julho de 1925 - 9 de fevereiro de 1981) foi um músico de rock and roll.
Halley nasceu em Highland Park, Michigan e foi criado na Pensilvânia.
Em 1946, ele formou seu primeiro grupo profissional, uma banda country chamada Down Homers, depois da qual ele passou a seguir carreira solo. Haley lançou inúmeros compactos country nos anos 40, sem sucesso, enquanto trabalhava de músico itinerante e DJ.
Em 1951 ele e sua nova banda The Saddlemen resolveram tocar em outro estilo, gravando versões das músicas "Rocket 88" e "Rock this Joint" de Jackie Brenston & Delta Cats (na verdade música composta e executada por Ike Turner & The Kings of Rhythm, Jackie Breston que assume os vocais nessa gravação era saxofonista dessa banda).  O sucesso relativo alcançado por elas convenceu Haley de que ele poderia ser um roqueiro famoso.
Em 1952 o Saddlemen passou a se chamar Bill Haley & His Comets e, em 1952 a composição de Haley, "Crazy Man Crazy" tornou-se o primeiro rock a entrar nas paradas de sucesso americana.
Em 1953 uma canção chamada "Rock Around the Clock" foi composta para Haley, mas ele só conseguiria gravá-la em 12 de abril de 1954.
Inicialmente não obteve suceso, mas Haley logo alcançaria fama mundial com sua versão de "Shake, Rattle and Roll" de Big Joe Turner, que venderia milhões de cópias. Haley e sua banda foram primordiais ao divulgar a música conhecida como "Rock and Roll" entre o público branco, depois de anos considerada como um movimento underground. Quando "Rock Around the Clock" apareceu na trilha sonora do filme BlackBoard Jungle, encadeou uma revolução musical que abriu as portas para talentos como Elvis Presley.
Haley continuou a emplacar sucessos nos anos 50, como "See You Later Alligator", e estrelou o primeiro musical cinematográfico de rock and roll. Sua fama logo seria ultrapassada nos EUA pelo mais famoso e mais sexy Elvis, mas Haley continuaria a ser um grande astro na América Latina e na Europa pelo resto de sua carreira.
 Seus últimos shows foram na África em 1980. Ele foi incluído no Hall da Fama do Rock and Roll em 1987.
Os Comets originais de 1954/55 ainda continuam se apresentando ao redor do mundo. Embora na faixa etária dos 70 aos 82, a banda não mostra sinais de cansaço e recentemente lançou um DVD ao vivo.
Haley faleceu em sua casa no Harlingen, Texas em 1981.

Fonte: Wikipédia (Texto integral), e YouTube.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Paul McCartney completa 68 anos nesta sexta (18)

Sir James Paul McCartney, mais conhecido como o eterno beatle Paul McCartney, é parte integrante da história do rock mundial.

Paul nasceu em Liverpool (Londres), no dia 18 de junho de 1942. Ou seja, nesta sexta o roqueiro completa 68 anos de idade.

Ele alcançou fama nos anos 1960 como integrante dos Beatles, ao lado de John Lennon, Ringo Starr e George Harrison. Com John, o cantor fez uma das parcerias mais importantes do pop: Lennon e McCartney. Incluem-se aí pérolas musicais, como Let it Be, Yesterday, Michelle, Eleanor Rigby e outras.

Após a dissolução dos Beatles em 1970, McCartney formou os Wings – uma banda com sua primeira mulher, Linda McCartney – e depois partiu para a carreira solo assinada pelo seu nome.

Multiinstrumentista, ele também trabalhou com música clássica, eletrônica e trilhas sonoras.

O mais novo álbum de Paul é o ótimo CD e DVD ao vivo Good Evening New York City (2009).

Veja clipe de Pipes Of Peace, de 1983.



Fonte: R7 / YouTube

Saiba por que Thriller é um álbum revolucionário

No próximo dia 25, fará um ano que Michael Jackson morreu em sua casa, em Los Angeles (EUA). A morte de um dos mais importantes nomes da música pop literalmente parou o mundo. Hoje, nos resta apenas matar saudades e tentar entender por que o Rei do Pop é tão importante. Uma boa sugestão é analisar o seu disco mais famoso, Thriller.



Quando Thriller chegou às lojas, no final de 1982, o então LP tinha o que alguns céticos consideravam uma missão impossível, a de tentar superar as vendagens e a repercussão de Off the Wall, primeiro disco solo de Michael Jackson em sua fase adulta.

Sentiram a ironia? Hoje, todos sabemos que Thriller se tornou o disco mais vendido de todos os tempos, com mais de 50 milhões de cópias comercializadas em todo o mundo. Mas a importância desse disco vai bem além desses números impressionantes.

Na verdade, uma frase pode definir a intenção do cantor e compositor americano em sua obra-prima: música sem fronteiras. O som criado por Michael aqui não se prende a barreiras, preconceitos ou restrições. Vale tudo, desde que fique bom.

Em The Girl Is Mine, por exemplo, ele canta junto com Paul McCartney, integrante de uma das maiores bandas da história da música pop (os Beatles, quem mais?). Uma canção leve e balançada que iniciou a divulgação deste álbum.

Embora com grande atuação na música pop, o produtor Quincy Jones tem origem jazzística, e trouxe com ele para participar das gravações desse álbum vários músicos com pedigree, entre eles os geniais Gregg Phillinghanes (teclados) e Louis Johnson (baixo).

Ainda no cenário do pop rock, músicos da banda Toto, como o guitarrista Steve Lukather e o tecladista Steve Porcaro, emprestam seu talento para o disco. Mas a participação mais improvável é a do guitarrista Eddie Van Halen, da banda de hard rock que leva seu sobrenome. Hoje é até comum, mas em 1982 músicos pop e de rock pesado não costumavam gravar juntos.

Os climas musicais variam. Beat It (com o inesquecível solo de Van Halen) é um rockão. Billie Jean tem uma batida dançante hipnótica, enquanto Thriller hipnotiza também, mas pelo lado do clima de filme de terror dos velhos tempos.

Wanna Be Startin' Something é uma verdadeira orgia rítmica, com direito a muita percussão, vocais irresístíveis e paradinhas inesperadas que levam o ouvinte à loucura. Baby Be Mine e P.Y.T. (Pretty Young Thing) são mais leves, mas também convites bacanas à dança e ao balanço.

O romantismo aparece em duas baladas matadoras. Human Nature consegue ser sensual e ingênua, ao mesmo tempo, com Michael indo do falsete aos registros mais graves com uma categoria incomparável. The Lady in My Life, que encerra o disco, é mais intimista e discreta, e mostra que, se quisesse, o Rei do Pop poderia ter sido o rei do jazz ou dos standards românticos.

Nem é preciso dizer que os videoclipes de Billie Jean, Beat It e especialmente de Thriller ajudaram a tornar o que já era bom em um fenômeno de proporções incalculáveis

Thriller é um disco que conseguiu conquistar fãs dos mais diversos segmentos sem apelar ou cair na caricatura. No papel, pode parecer fácil atrair todos os tipos de público, mas, na prática, poucos conseguem. Michael Jackson é um raro exemplo.

Abaixo, você pode conferir uma coreografia feita por pessoas que estão em uma clínica de reabilitação e detenção da província de Cebu, nas Filipinas.



Fonte: R7

sábado, 24 de abril de 2010

Baú do Planeta Música - Rock in Rio 1985 (Parte 1)

BAÚ DO PLANETA NA ÁREA!

A alguns dias, em um comentário aqui mesmo no blogão, citei o Rock in Rio. E não posso negar que busquei mais detalhes sobre este evento; mais particularmente, sobre a primeira edição, em 1985. Este é o primeiro post de três que comentarei com vocês aqui sobre este tema.

Admito que fiquei pasmo ao saber que na página oficial do evento (http://rockinrio.com) há cerca de duas linhas de informações sobre a primiera edição. E fica claro que o foco do evento, na visão do site oficial, são as edições que acontecerão em breve em Lisboa (dias 21, 22, 27, 29 e 30 de maio) e em Madrid (nos dias 4, 5, 11 e 14 de junho); ambos deste ano de 2010. O leitor que procura informações sobre a primiera versão carece (e muito) de informações.

Verifiquemos o que a Wikipedia diz sobre a primeira versão do Rock In Rio 1, em 1985.

O Rock in Rio foi realizado pela primeira vez na cidade do Rio de Janeiro, Brasil entre 11 e 20 de janeiro de 1985 em área especialmente construída para receber o evento. O local, um terreno de 250 mil metros quadrados que fica na Barra da Tijuca, na divisa com o bairro de Jacarepaguá, ficou conhecido como "Cidade do Rock" e contava com o maior palco do mundo já construído até então: com 5 mil metros quadrados de área, além de dois imensos fast foods, dois shopping centers com 50 lojas, dois centros de atendimento médico e uma grande infra-estrutura para atender a quase 1,5 milhão de pessoas - o equivalente a cinco Woodstocks - que frequentaram o evento.

A grande fama do evento deveu-se ao fato de que, até sua realização, as grandes estrelas da música internacional não costumavam visitar a América do Sul, pelo que o público local tinha ali a primeira oportunidade de ver de perto os ídolos do rock e do pop internacionais. Roberto Medina realizaria feito semelhante ao trazer o ex-Beatle Paul McCartney ao Rio de Janeiro naquela que foi sua primeira aparição na América Latina, no evento que ficou conhecido como "Paul in Rio" (realizado em 1990, no estádio do Maracanã).

Logo depois do fim do Rock In Rio, a "Cidade do Rock" foi demolida por ordem do então governador do Rio de Janeiro, Leonel Brizola. A organização do festival pediu ocupação provisória do terreno, com o intuito de manter a sua posse, após o fim do evento, caracterizando invasão de propriedade pública. No entanto, Brizola decretou sua demolição para efetuar a reintegração de posse do terreno patrimônio do município do Rio de Janeiro.

Acredito que o set de artistas e bandas que fizeram parte da primeira edição do Rock In Rio é de invejar qualquer evento de rock nos dias de hoje. Para aqueles que conhecem um pouco da história do rock, sabem do que falo. Na minha opinião, um evento que contagia 1 milhão e meio de pessoas não se faz brincando. Confira quais bandas tocaram no Rock In Rio 1 e suas respectivas datas.

11 de janeiro de 1985 / mais de 100 mil pessoas
* Queen
* Iron Maiden
* Whitesnake
* Baby Consuelo e Pepeu Gomes
* Erasmo Carlos
* Ney Matogrosso

12 de janeiro de 1985 / 250 mil pessoas
* George Benson
* James Taylor
* Al Jarreau
* Gilberto Gil
* Elba Ramalho
* Ivan Lins

13 de janeiro de 1985 / 90 mil pessoas
* Rod Stewart
* The Go-Go's
* Nina Hagen
* Blitz
* Lulu Santos
* Os Paralamas do Sucesso

14 de janeiro de 1985 / 30 mil pessoas
* James Taylor
* George Benson
* Alceu Valença
* Moraes Moreira

15 de janeiro de 1985 / 50 mil pessoas
* AC/DC
* Scorpions
* Barão Vermelho
* Eduardo Dusek
* Kid Abelha & Os Abóboras Selvagens

16 de janeiro de 1985 / 40 mil pessoas
* Rod Stewart
* Ozzy Osbourne
* Rita Lee
* Moraes Moreira
* Os Paralamas do Sucesso

17 de janeiro de 1985 / 20 mil pessoas
* Yes
* Al Jarreau
* Elba Ramalho
* Alceu Valença

18 de janeiro de 1985 / 250 mil pessoas
* Queen
* The Go-Go's
* The B-52's
* Lulu Santos
* Eduardo Dusek
* Kid Abelha & Os Abóboras Selvagens

19 de janeiro de 1985 / 250 mil pessoas
* AC/DC
* Scorpions
* Ozzy Osbourne
* Whitesnake
* Baby Consuelo e Pepeu Gomes

20 de janeiro de 1985 / 200 mil pessoas
* Yes
* The B-52's
* Nina Hagen
* Blitz
* Gilberto Gil
* Barão Vermelho
* Erasmo Carlos

Nota: a banda Whitesnake foi convidada de última hora para participar da primeira edição do Rock in Rio, ocupando o lugar do grupo Def Leppard. A desistência deste foi em consequência do acidente de carro sofrido pelo baterista Rick Allen em 31 de dezembro de 1984.

Independente de substituições de bandas, fico invejado daqueles que puderam estar neste evento. E esta inveja me fez buscar ainda mais sobre esta edição do Rock in Rio. No segundo post, trarei mais informações sobre este tema e também alguns vídeos de músicas tocadas naquelas noites quentes de janeiro de 1985. Por enquanto, deixo a vocês dois vídeos que fizeram história: "Love Of My Life" do Queen e "Still Loving You" do Scorpions.

Até a próxima!

Fonte: Wikipedia, Youtube
Foto do dia 20/01/1985: Anibal Philot





quarta-feira, 21 de abril de 2010

A whiter Shade of Pale

Procol Harum é uma banda britânica de rock progressivo formada no início dos anos 60. Eles são mais conhecidos por seu compacto "A Whiter Shade of Pale", número 1 nas paradas de sucesso inglesas.

Formada das cinzas de um grupo chamado "Paramounts" liderado por Gary Brooker e Robin Trower, a estréia ao vivo do Procol foi abrindo um concerto de Jimi Hendrix em 1967, o que levou a recém-lançanda "A Whiter Shade of Pale" ao topo das paradas. Um LP e outros compactos seguiram-se, mas sem alcançar o sucesso daquela primeira gravação. Durante os anos 70 o Procol Harum permaneceu mais popular do que outras bandas de rock progressivo mais sofisticadas, como Emerson, Lake & Palmer. O grupo continuou apesar das diversas mudanças na formação, mas o declínio das vendas decretou o fim do Procol em 1977.
A banda reuniu-se em 1991 para o lançamento de Prodigal Stranger, que não obteve muita repercussão. Uma nova encarnação do Procol, liderada por Brooker, está na estrada em turnê pelos EUA desde 1992.
O nome da banda foi escolhido por seu empresário, inspirado no nome do gato de um amigo seu. Traduzido do latim, significa algo como "Através dessas coisas".
O asteróide 14024 Procol Harum tem esse nome em homenagem à banda.
Recentemente, a justiça do Reino Unido concedeu ao tecladista da banda, Matthew Fisher, 40% da autoria de "A Whiter Shade of Pale". A alegação de Fisher para o pedido é o refrão e o solo de órgão da canção, os quais estão entre seus elementos mais distintivos. O juiz do caso disse que a contribuição do organista foi "substancial", embora não tão grande quanto a contribuição do cantor.
A Whiter Shade of Pale - Ainda Mais Pálida

We skipped the light Fandango - Dançamos o fandango suave
Turned cartwheels 'cross the floor - Girando pelo salão
I was feeling kind of seasick - Eu estava meio tonto
But the crowd called out for more - Mas a multidão queria mais
The room was humming harder - E o pessoal comentava cada vez mais
As the ceiling flew away - Enquanto o teto rodava
When we called out for another drink - Quando pedimos outra bebida
The waiter brought a tray - O garçom trouxe uma bandeja

And so it was that later - E foi mais tarde
As the Miller told his tale - Quando Miller contava sua história
That her face, at first just ghostly - Que seu rosto a princípio apenas fantasmagórico
Turned a whiter shade of pale - Ficou ainda mais pálida

------ organ solo ------ solo

She said there is no reason - Ela disse que não há motivo
And the truth is plain to see - E a verdade é cristalina
But I wandered through my playing cards - Mas eu consultei as cartas do baralho
And would not let her be - E não permitira que ela fosse
One of sixteen vestal virgins - Uma das dezesseis virgens vestais
Who were leaving for the coast - Que partiam para o litoral
And although my eyes were open - E embora meus olhos estivessem abertos
They might just as well've been closed - Daria no mesmo se estivessem fechados

And so it was that later - E foi mais tarde
As the Miller told his tale - Quando Miller contava sua história
That her face, at first just ghostly - Que seu rosto a princípio apenas fantasmagórico
Turned a whiter shade of pale - Ficou ainda mais pálida

And so it was.... (fade) E então mais tarde... (repete)

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There is an unpublished second verse Este é um verso não publicado
that they included in concerts: que eles (a banda Procol Harum) incluem em shows:

She said "I'm home on shore leave - " Ela disse: "Estou em casa de licença"
Though in truth we were at sea - Embora, na verdade, estivéssemos no mar
So I took her by the looking glass - Então eu a levei até a janela
And forced her to agree - E a forcei a concordar
Saying, "You must be the mermaid - Dizendo, "Você deve ser a sereia
Who took Neptune for a ride - " Que enganou Netuno."
But she smiled at me so sadly - Mas ela sorriu pra mim tão tristemente
That my anger straight 'way died - Que minha raiva passou imediatamente.
Alguns vídeos dessa banda pra você aqui no Planeta Música.















Fonte: Wikipédia e YouTube.

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