A dupla Victor & Leo começa o mês de março com a estreia, amanhã, do single “Ao Vivo E Em Cores” em grande parte das principais rádios do Brasil. O primeiro show da turnê de mesmo nome, agora com novo cenário e iluminação, será apresentado em Barretos, interior de São Paulo, no próximo dia 04.
Indicados como “Melhor Dupla” ao prêmio Melhores do Ano do Domingão do Faustão, Victor & Leo ainda se preparam para dividir o palco com Roberto Carlos em 17 de março, em São Paulo. Eles são convidados do rei no show Emoções Sertanejas.
O filme "When you're strange", que conta a vida do vocalista do The Doors, Jim Morrison, ganhou trailer. O documentário mostra também a trajetória da banda e estreia nos cinemas do exterior em 9 de abril. O longa-metragem traz depoimentos do vocalista e companheiros do The Doors em imagens de arquivo, além de cenas dos shows.
"When you're strange" teve direção de Tom DiCillo ("Delírios") e foi narrado pelo Johnny Depp. O ator deixou um comentário no site oficial do longa-metragem.
"Como um documentário de rock, ou como qualquer documentário, não há formas de fazer um trabalho melhor que esse. É uma honra poder me envolver neste projeto", declarou Johhny Depp.
A cantora Toni Braxton vai lançar o sexto disco da carreira intitulado "Pulse" em 4 maio. O álbum será o primeiro registro de Toni na Atlantic Records e teve produção assinada por um time formado por Frank E, Steve Mac, Lucas Secon, Troy Taylor e David Foster, entre outros.
O disco inclui faixas como "Hands tied" e "Make my heart", além do primeiro single "Yesterday", que saiu em setembro com vocais de Trey Songz. Fonte: Esquina da Música
A cantora Shakira lançou o clipe da faixa "Gypsy", novo single do álbum "She-wolf". O clipe mostra cenas sensuais da colombiana ao lado do tenista espanhol Rafael Nadal. Fonte: Esquina da Música
Na segunda quinzena do mês, desembarca no Brasil para shows no Rio, em São Paulo e Brasília. São apresentações imperdíveis. E vamos aproveitar aqui no Blogão pra falar um pouco desse figurão "impar" no mundo do Blues, trazendo mais uma edição do "Mestres do Blues" pra você feliz residente do PLANETA MÚSICA.
Riley Ben King, mais conhecido como B. B. King, Nasceu em 16 de Setembro de 1925,nos arredores de Indianola, cidade do estado americano de Mississippi. Quando King completou 4 anos, seus pais se separaram e ele foi morar com a mãe e a avó e, aos 10 anos, (sua mãe morreu nessa época em 1935) já trabalhava nos campos de algodão. Ganhava 35 centavos de dólar por dia. Nas plantações, ouvia os cantos entoados pelos catadores, que estão na raiz do Blues. Uma de suas tias possuía um fonógrafo. Sua maior diversão passou a ser escutar os discos de Blind Lemon Jefferson e Mississippi John Hurt. Ele comprou sua primeira gruitarra aos 12 anos. "Era acústica porque não havia eletricidade na minha casa", diz.
Começou por tocar, a troco de algumas moedas, na esquina da Igreja com a Second Street e chegou mesmo a tocar em quatro cidades diferentes aos sábados à noite. É um dos mais reconhecidos guitarristas de Blues da atualidade, sendo por vezes referido como o Rei do Blues. É bastante apreciado por seus solos, nos quais, ao contrário de muitos guitarristas, prefere usar poucas notas. Certa vez, B.B. King teria dito: "posso fazer uma nota valer por mil".
No ano de 1946, partia para Memphis, no Tennessee, apenas com sua guitarra e $2,50 dólares. Como pretendia seguir a carreira musical, a cidade de Memphis, cidade onde se cruzavam todos os músicos importantes do Sul, sustentava uma vasta competitiva comunidade musical em que todos os estilos musicais negros eram ouvidos. Três anos depois, já era um artista em ascensão. Adotou o nome artístico B.B. King: o B.B. quer dizer Blues Boy. Nomes como Django Reinhardt, Blind Lemon Jefferson, Lonnie Johnson, Charlie Christian e T-Bone Walker tornaram-se ídolos de B. B. King.
"Num sábado à noite ouvi uma guitarra elétrica que não estava a tocando "espirituals" negros. Era T-Bone interpretando "Stormy Monday" e foi o som mais belo que alguma vez ouvi na minha vida." recorda B. B. King, "Foi o que realmente me levou a querer tocar Blues".
A primeira grande oportunidade da sua carreira surgiu em 1948, quando atuou no programa de rádio de Sonny Boy Williamson, na estação KWEM, de Memphis. Sucederam-se atuações fixas no "Grill" da Sixteenth Avenue e mais tarde um spot publicitário de 10 minutos na estação de rádio WDIA, com uma equipe e direção exclusivamente negra. "King’s Sport", patrocinado por um tônico, tornou-se então tão popular que aumentou o tempo detransmissão e se transformou no "Sepia Swing Club". King precisou de um nome artístico para a rádio. Ele foi apelidado de "Beale Blues Boy", como referência à música "Beale Street Blues", foi abreviado para "Blues Boy King" e eventualmente para B. B. King. Por mera coincidência, o nome de KING já incluia a simples inicial "B", que não correspondia a qualquer abreviatura.
Pouco depois do seu êxito "Three O'Clock Blues", em 1951, B. B. King começou a fazer turnês nacionais sem parar, atingindo uma média de 275 concertos/ano. Só em 1956 B. B. King e a sua banda fizeram 342 concertos! Dos pequenos cafés, teatros de "gueto", salões de dança, clubes de jazz e de rock, grandes hotéis e recintos para concertos sinfonicos aos mais prestigiados recintos nacionais e internacionais, B. B. King depressa se tornou o mais conceituado músico de Blues dos últimos 40 anos, desenvolvendo um dos mais prontamente identificáveis estilos musicais de guitarra, a nível mundial. O seu estilo foi inspirador para muitos guitarristas de rock. Mike Bloomfield, Albert Collins, Buddy Guy, Freddie King, Jimi Hendrix, Otis Rush, Johnny Winter, Albert King, Eric Clapton, George Harrison e Jeff Beck foram apenas alguns dos que seguiram a sua técnica como modelo.
Em 1969, B. B. King foi escolhido para a abertura de 18 concertos dos Rolling Stones. Em 1970 fez uma turnê por Uganda, Lagos e Libéria, com o patrocínio governamental dos E.U.A. B. B. King (1989).Começou a participar da maioria dos festivais de Jazz por todo o mundo, incluindo o Newport Jazz Festival e o Kool Jazz Festival New York, e sua presença tornou-se regular no circuito por universidades e colégios.
Em 1989 fez uma tournê de três meses pela Austrália, Nova Zelândia, Japão, França, Alemanha Ocidental, Países Baixos e Irlanda, como convidado especial dos U2, participando igualmente no álbum Rattle and Hum, deste grupo, com o tema "When Love Comes to Town". Em 26 de Julho de 1996, B. B. King, aproveitando o fato de ter um concerto agendado para Stuttgart, deslocou-se propositalmente de avião até à base aérea de Tuzla, para atuar perante tropas da Suécia, Rússia, Bélgica e E.U.A., estacionadas na Bósnia num esforço conjunto de manutenção da paz. No dia seguinte, voou para a base aérea de Kapsjak, para nova atuação junto de tropas norte-americanas. B. B. King confessa: "Foi emocionante atuar para estes homens e mulheres. Apreciamo-los e queremos que eles saibam que têm o nosso total apoio na sua árdua tarefa de manutenção da paz."
B. B. King terminou 1996 com uma turne pela América Latina, com concertos no México, Brasil, Chile, Argentina, Uruguai e, pela primeira vez, no Peru e Paraguai. O "Rei dos Blues" totaliza mais de 90 países onde atuou até hoje.
Ao longo dos anos tem sido agraciado com diversos Grammy Awards: melhor desempenho vocal masculino de Rhythm & Blues, em 1970, com "The Thrill is Gone", melhor gravação étnica ou tradicional, em 1981, com "There Must Be a Better World Somewhere", melhor gravação de Blues tradicionais, em 1983, com "Blues'N Jazz" e em 1985 com "My Guitar Sings the Blues". Em 1970, Indianola Missisipi Seeds concede-lhe o "Grammy" de melhor capa de álbum. A Gibson Guitar Co. nomeou-o "Embaixador das guitarras Gibson no Mundo".
Curiosidades Uma das imagens de marca de King é chamar às sua guitarras o nome de "Lucille" - uma tradição que vem desde a década de 1950. No inverno de 1949, King se apresentou num salão de dança em Twist, no Arkansas. Com o intuito de aquecer o salão, acendeu-se um barril meio cheio de querosene no centro do salão, prática muito comum na época. Durante a apresentação, dois homens começaram a brigar e entornaram o barril que imediatamente espalhou chamas por todo o lado. Durante a evacuação, já fora do estabelecimento, King apercebeu-se de que tinha deixado a sua guitarra de 30 dólares no edifício em chamas. Voltou a entrar no incêndio para reaver a sua Gibson acústica, escapando por um triz. Duas pessoas morreram no fogo. No dia seguinte, soube que os dois homens tinham começado a briga devido a uma mulher chamada Lucille. A partir dessa altura, passou a designar as suas guitarras por esse nome, para "se lembrar de nunca mais fazer uma coisa daquelas." Quando foi perguntado a John Lennon sobre sua maior ambição, ele disse que era tocar guitarra como B.B. King. BB King era considerado o melhor guitarrista do mundo por Jimi Hendrix. Um anime japonês por nome Beck - Mongolian Chop Squad teve influências do bluesman B. B. King. Por vezes, ele é citado e ainda tem a guitarra…
A Guitarra Iniciou utilizando uma Fender Telecaster Passou a utilizar uma Gibson ES-335, modelo que foi substituído pela B. B. King Lucille, um modelo baseado na ES-345. Uma das características de King é chamar às sua guitarras o nome de "Lucille" - uma tradição que vem desde a década de 1950. No dia 19 de dezembro de 1997, apresentou Lucille ao Papa João Paulo II em um concerto no Vaticano. No dia 5 de novembro de 2000, doou uma cópia autografada de Lucille para o Museu de Música Nacional, Estados Unidos da América. Honras e prêmios Em 15 de dezembro de 2006 o Presidente americano George W Bush prêmiou King com a Medalha Presidencial da Liberdade. Em 2004, ele foi premiado como Ph.D honorário da Universidade de Mississippi e o Conservatório Sueco Real lhe premiou com o Prêmio de Música Polar, por suas contribuições significantes para o blues. King foi agraciado com a Medalha Nacional de Artes, em 1990, nos Estados Unidos da América. Ganhador de diversos Grammys de 1971 a 2006. Dias atuais King tem quinze filhos com quinze mulheres (mas só se casou duas vezes) e atualmente está solteiro. É dono de uma rede de restaurantes - a B.B. King Blues Club e Grill-, mas a música é o seu principal negócio: estima-se que ele tenha vendido mais de 40 milhões de discos ao redor do mundo. B.B. está nesse ano de 2010 com 84 anos, sofre de diabetes há mais de duas décadas, é hipertenso e odeia ginástica. Nos últimos anos, o excesso de peso lhe trouxe problemas no joelho, que o obrigam a tocar sentado. Mas a saúde claudicante não lhe tirou o prazer de subir ao palco. Ele "reduziu o ritmo", ainda que faça mais de 100 apresentações por ano. Discografia Álbuns 1.King of the Blues (1960) 2.My Kind of Blues (1960) 3.Live at the Regal (Live, 1965) 4.Lucille (B.B. King álbum)Lucille (1968) 5.Live and Well (1969) 6.Completely Well (1969) 7.Indianola Mississippi Seeds (1970) 8.B.B. King in London (1971) 9.Live in Cook County Jail (1971) 10.Live in Africa (1974) 11.Lucille Talks Back (1975) 12.Midnight Believer (1978) 13.Live "Now Appearing" at Ole Miss (1980) 14.There Must Be a Better World Somewhere (1981) 15.Love Me Tender (B.B. King álbum)Love Me Tender (1982) 16.Why I Sing the Blues (1983) 17.B.B. King and Sons Live (B.B. King álbum)B.B. King and Sons Live (Live, 1990) 18.Live at San Quentin (1991) 19.Live at the Apollo (B.B. King álbum)Live at the Apollo (Live, 1991) 20.There is Always One More Time (1991) 21.Deuces Wild (álbum)Deuces Wild (1997) 22.Riding with the King (B.B. King and Eric Clapton álbum)Riding with the King (2000) 23.Reflections (B.B. King álbum)Reflections (2003) 24.The Ultimate Collection (B.B. King álbum)The Ultimate Collection (2005) 25.80 (album)B.B. King & Friends: 80 (2005) 26.One Kind Favor (2008) Confira abaixo alguns vídeos de B.B. King.
Fonte: Wikipédia, Revista Veja (edição 2154, 3 de março de 2010) Youtube.
Além de interpretarem roqueiras no filme "The Runaways", Dakota Fanning e Kristen Stewart também cantam na trilha sonora do filme.
Assista ao trailer do novo filme de Kristen Stewart, 'The Runaways' abaixo.
Segundo o site Just Jared, Dakota canta "Cherry Bomb" e "California Paradise". Ela também faz dueto com Kristen em "Queens Of Noise" e "Dead End Justice". Esta é a primeira vez que as atrizes tem suas vozes na trilha de um longa.
Os fãs do Gorillaz poderão conferir o novo álbum da banda, "Plastic Beach", antes de seu lançamento oficial. O disco foi disponibilizado para streaming gratuitamente no site da NPR, rede de rádios públicas dos EUA, nesta segunda-feira.
Para este novo projeto, o Gorillaz convidou cantores de peso para darem suas contribuições, como Snoop Dogg, Bobby Womack, Lou Reed, entre outros.
O CD, que terá 16 faixas, será lançado na sexta-feira na Grã-Bretanha e no dia 9 de março nos Estados Unidos.
O grupo já lançou dois álbuns, um homônimo em 2008 e "Demon Days" em 2005.
O disco beneficente "Hope for Haiti now" estreou na liderança da Billboard Top 200 com 171 mil cópias vendidas, segundo a Nielsen Soundscan. É a primeira vez que um álbum em formato exclusivamente digital atinge o topo das paradas.
A compilação conta com as performances de estrelas da música no programa homônimo que foi ao ar na última sexta-feira, em várias redes de TV em prol do Haiti. Assim, o disco chegou aos distribuidores digitais apenas no final de semana, o que aumenta o feito das vendas.
"Hope for Haiti now" conta com performances especiais de artistas como "I’ll stand by you", do Pretenders, na voz de Shakira; "Hallelujah", de Leonard Cohen, cantanda por Justin Timberlake; o dueto de Dave Matthews e Neil Young para "Alone and forsaken" de Hank Williams. E a música inédita "Stranded (Haiti mon amour)", interpretada por Bono Vox, Jay-Z e Rihanna. Madonna, Beyoncé, Coldplay, Alicia Keys, Stevie Wonder, Taylor Swift, Bruce Springsteen e Christina Aguilera também estão no disco.
A revista Billboard, uma das mais conceituadas publicações de música, fez uma lista dos artistas mais bem sucedidos economicamente, contabilizando os ganhos com turnês, vendas de CDs, entre outros ganhos. Na primeira posição ficou o U2, banda que arrecadou o montante de 108 milhões de dólares.
Na sequência da lista estão Bruce Springsteen, com 57 milhões, e Madonna, com 47 milhões. Confira quem são os 5 primeiros colocados da lista:
1 - U2 (US$ 108 milhões) 2 - Bruce Springsteen (US$ 57 milhões) 3 - Madonna (US$ 47 milhões) 4 - AC/DC (US$ 43 milhões) 5 - Britney Spears (US$ 38 milhões) Fonte: Terra Música
Palco grandioso, efeitos especiais, passarelas dando acesso a palcos menores, chuva de borboletas de papel, balões gigantes voando sobre o público, fogos de artifício... Depois de 12 anos de carreira, o Coldplay montou uma turnê que pode ser chamada de grandiosa em todos os sentidos. Bem diferente da apresentação no Rio de Janeiro em 2003, Chris Martin, Jon Buckland, Guy Berryman e Will Champion mostraram um show com toda a pompa - e nem por isso melhor - das "grandes" bandas de rock. Não à toa, minutos antes do show começar, os alto falantes tocavam, em alto e bom som, "Magnificent", do último álbum do U2. Atualmente é difícil imaginar um show do Coldplay no Citibank Hall (local em que a banda se apresentou em 2003). O show de ontem, na Praça da Apoteose, foi para ninguém botar (quase nenhum) defeito. Do generoso set list de 23 canções a todos os efeitos acima listados, o Coldplay fez valer o preço do (caro) ingresso. A banda ainda se deu ao luxo de deixar "Trouble" e "Speed of sound", dois de seus maiores sucessos, de fora. E parece que ninguém deu por falta. Assim como também ninguém pareceu se importar com a chuva chata que caiu durante quase toda a apresentação.
A introdução com a valsa "Danúbio azul", de Johann Strauss II, foi a deixa para os quatro integrantes a banda subirem ao palco com aquelas "estrelinhas" de festa junina ao som de "Life in technicolor". O efeito já mostrou que o show iria além da música. E música foi o que não faltou no show. Todos os álbuns da banda foram privilegiados e a plateia não teve do que reclamar, principalmente quando Chris Martin se sentou para atacar no piano "Clocks", faixa do álbum "A rush of blood to the head" (2001). E a continuação com "In my place" e "Yellow" (esta com uma pletora de "originais" balões amarelos sobre o público), ainda no início do show, fez com que a banda já ganhasse a plateia de cara.
Mas não foi só de antigos sucessos que o repertório do show foi centrado. Pelo contrário. O Coldplay aproveitou bem as canções de "Viva la vida or death and all his friends" (2006) no set list. E canções como "42", "Lost!", "Strawberry swing" e "Death and all his friends" foram muito bem recebidas - e devidamente cantadas pelos fãs. Até os momentos acústicos não criaram tanta dispersão, como nas músicas "God put a smile upon your face", "The hardest part" e a inédita (e mediana) "Don Quixote". E ainda teve espaço para "Shiver", pouco executada pela banda na atual turnê, e grande surpresa da noite. Apesar da grandiosidade do novo show, o Coldplay ainda sabe soar íntimo como em 2003. Aliás, a banda inglesa se mostrou muito mais íntima do palco nessa nova turnê. Assim como o álbum "Viva la vida or death and all his friends" já mostrava um encaminhamento diferente na carreira do conjunto, esse novo show comprovou ainda mais que o Coldplay quer ser visto como uma "banda de arena". Mesmo transitando entre diferentes palcos - em dado momento, os integrantes cruzaram a pista VIP para chegar a um palco menor - o show não perdeu o pique. Chris Martin se mostrou extremamente simpático ao falar diversas frases em (razoável) português, e colocar uma bandeira do Brasil no pedestal de seu microfone.
No decorrer da apresentação, o Coldplay ainda puxou da manga sucessos como "Viva la vida", "Politik" e "The scientist", até o final com "Life in technicolor ii" (uma das melhores canções do conjunto), com direito a uma queima de fogos com mais fumaça do que luz. Mesmo debaixo de chuva, o público saiu feliz. E com a certeza de que um DVD dessa turnê será muito bem-vindo. +++++ O repertório do show do Coldplay na Praça da Apoteose (Rio de Janeiro) foi o seguinte: 1. "Life in technicolor" 2. "Violet hill" 3. "Clocks" 4. "In my place" 5. "Yellow" 6. "Glass of water" 7. "42" 8. "Fix you" 9. "Strawberry swing" 10. "God put a smile upon your face" 11. "Talk" 12. "The hardest part" 13. "Postcards from far away" 14. "Viva la vida" 15. "Lost!" 16. "Shiver" 17. "Death will never conquer" 18. "Don Quixote" 19. "Politik" 20. "Lovers in Japan" 21. "Death and all his friends" 22. "The scientist" 23. "Life in technicolor ii" +++++ Lamentável o ocorrido durante a canção "The hardest part", na pista VIP, logo abaixo do telão do lado esquerdo (de quem olha para o palco). Uma discussão entre dois brigões terminou em troca de socos e pontapés, e uma imensa roda se formou, colocando em risco a segurança das pessoas que desembolsaram quinhentas pratas, para assistir ao show com mais conforto. Mais lamentável ainda foi a segurança do evento, organizado pela empresa "Time For Fun". Os dois homens trocaram socos durante mais de um minuto sem um segurança aparecer para apartá-los. Quando os dois já estavam rolando no chão, aí sim, dois seguranças (que pareciam estrangeiros) pularam a grade entre o palco e a plateia para expulsar os brigões. E, pelo jeito, tudo fica por isso mesmo: o público brasileiro, como sempre, tratado como gado. Os fãs que querem assistir ao show com mais conforto acabam no meio de pancadaria por falta de segurança. A "Time For Fun" deveria se preocupar com o bem estar do público da mesma forma que se preocupa em cobrar as verdadeiras fortunas que cobra pelos seus ingressos.